Correia dentada: Conheça 7 detalhes fundamentais

08/02/2019 Correia Dentada

A correia dentada é uma peça-chave no funcionamento do seu carro. Essa corrente com pequenos dentes coordena a abertura das válvulas do motor de acordo com a posição do virabrequim.

O movimento dos pistões faz com que as válvulas abram e fechem em momentos cíclicos. E os dentes da correia estão lá para coordenar estas funções formando uma engrenagem. Caso ela se rompa, os pistões batem nas válvulas e entortam. Dessa forma, seu motor acaba sendo inutilizado!

Após essa breve (e aterrorizante) explicação sobre o que é a correia dentada, como funciona e qual o prejuízo do seu rompimento, nós trazemos a solução.

 

Conheça alguns detalhes fundamentais sobre a correia dentada. Como se prevenir para evitar prejuízos e dores de cabeça. Confira!

 

  1. Uma aliada invisível

A correia dentada garante que as válvulas estejam fora do cilindro no momento em que o pistão estiver subindo para comprimir o combustível.

Do contrário, as válvulas empenam, podendo furar a cabeça do pistão e até exigir a retífica do motor. Isso sendo otimista. Num cenário pior o bloco quebra, o cabeçote entorta e você tem um prejuízo de milhares de reais.

 

  1. Prevenção é o passo inicial

Dirigir preventivamente é o primeiro passo para manter a saúde e longevidade da correia dentada do seu carro.

Acelere seu veículo gradual e suavemente, troque as marchas de maneira tranquila e evite forçar o motor. Esses procedimentos vão evitar a tensão exagerada na correia dentada. E também evitarão tensões entre seus passageiros.

 

  1. Controle o calendário

Por padrão, os fabricantes indicam a troca da correia dentada a cada 50 mil km rodados ou a cada três anos.

Nossa dica é que você siga essas instruções do fabricante e troque a correia dentro da quilometragem indicada. Mesmo que a sua não esteja a ponto de romper, é bom manter hábitos saudáveis e prevenir problemas futuros.

 

  1. Atenção ao sinais

Uma correia dentada com desgaste não dá sinais como ruídos ou falhas aparentes.

Portanto, é preciso conhecer bem o seu carro para perceber uma certa perda na potência. Uma vibração anormal do motor ou até um aumento da média de consumo de combustível também são indicativos.

A correia é traiçoeira e, reforçamos, manutenção preventiva é o melhor modo de evitar problemas com ela.

 

  1. Apertem os cintos, a correia dentada estourou

O rompimento da correia dentada faz com que os pistões se choquem com as válvulas, causando seu empenamento.

Contudo, essa ocorrência exige a retífica do cabeçote, o que seria o melhor dos cenários.

No pior dos cenários, você vem em alta velocidade e a correia se rompe em alta rotação. Sendo assim, esse impacto pode quebrar os pistões, exigindo a retificação completa do motor.

 

  1. A correia rompeu, e agora?

Pise na embreagem, pare o carro, não tente girar a chave e muito menos fazê-lo “pegar no tranco”.

Encoste o veículo e acione seu seguro. Entretanto, caso esteja desprotegido, busque um reboque que possa levá-lo para um lugar a salvo.

Dessa forma, você pode tomar as devidas providências em ambiente seguro.

 

  1. Procure um especialista

A troca da correia dentada é um serviço para profissionais.

Sua substituição errada pode inutilizar o motor, tornando-se um prejuízo muito maior do que buscar mecânicos profissionais para realizar essa troca.

Por isso, busque quem tenha experiência de mercado, atendimento diferenciado e pelo menos um ano de garantia nas peças para ter tranquilidade ao volante!